01 setembro 2014

Sensibilidade e prejulgamento

"Elinor [estava certa] da injustiça que a irmã era muitas vezes levada a cometer em suas opiniões sobre os outros, pelo irritável refinamento de sua mente e pela demasiada importância atribuída por ela às delicadezas de uma forte sensibilidade e à graça das maneiras polidas. Como metade do mundo, se mais da metade fosse inteligente e boa, Marianne, apesar de excelentes capacidades e excelente disposição, não era nem razoável nem imparcial".

Jane Asuten. Razão e Sensibilidade, cap. 31.

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