Acordei-me cedo. O voo de Londrina para São Paulo (depois Aracaju) saia às 06h10. O Marcos me deu carona. Em São Paulo, no Aeroporto de Guarulhos, já pude perceber uma pequena agitação dos sábios que se aglomeravam próximos ao portão de embarque para Aracaju.
E ali teve início aquele formidável fenômeno, uma coisa deveras tocante. Era o espetáculo patético de alguns se olhando e, ora acenando, ora dizendo um “oi” meio engasgado, ora fazendo aquele tipinho de “te conheço mas vou fazer de conta que não te conheço”. Notem que falo isso de todos, portanto, estou no meio. Eu também faço essas poses. Às vezes, você fica realmente em dúvida se já viu a pessoa, se conversou com ela, se simplesmente é aquela pessoa. Outras vezes, você não se lembra mais do nome dela. Também tem o desejo simples de não querer comunicação humana alguma. Mas o interessante é ver a empáfia ridícula dos sábios filósofos (uma contradição nos termos, ok), pois geralmente é tipinho. E quando são os do baixo clero fazendo isso? Hehehhe... O mal que fazem os mestres.
Por hoje é isso pessoal. Sobre amanhã, ou hoje, dia 18/10/16 falo na sequência.
Ah, haverá um tópico especial, num desses dias do diário, sobre as belezas naturais de Aracaju e dos papos edificantes que se podem ouvir dos grandes, maiores e gigantes filósofos brasileiros que aqui se fazem presentes. Às vezes, fico em dúvida se são filósofos que buscam a verdade ou doutos constitucionalistas que em tudo veem golpe - mas isso é só um detalhe.