07 março 2010

Avatar

Tenho recebido, dos quatro cantos do mundo, centenas de mensagens eletrônicas com a seguinte questão:

- O que você achou de Avatar?

Gostaria, pois, que fosse registrada a seguinte declaração solene:

- Fui, em Londrina, o primeiro a entrar na sala de cinema para ver Avatar (percebam a importância dessa informação). Tendo refletido muito sobre o que vi, cheguei à conclusão de que ou [a] a película é uma grande porcaria, ou [b] eu sou o mamífero mais insensível do planeta Terra, de Pandora e do universo inteiro. O filme não me diz nada. E me cansou terrivelmente. Como é longo e chato!

(é claro que não há disjunção necessária entre [a] e [b]).

Subscrevo o que o Paulo Briguet escreveu.

6 comentários:

Paulo Briguet disse...

Obrigado pela colher de chá!

Aguinaldo Pavão disse...

Caro Briguet.
Não é colher de chá. Trata-se apenas da indicação de uma análise preciosa e precisa do tão festejado filme. Abraço.

Gay Writers disse...

Caro Aguinaldo.
Gostei muito do seu blog.
Incluí, então, um link para o seu blog no meu blog.
http://streichspielen.blogspot.com/
Abraço!
Y.

ps: Briguet, você por aqui!

Aguinaldo Pavão disse...

Ygor.
Obrigado pela visita e palavras caridosas. Assim que dispor de mais tempo, darei uma olhada com atenção no blog, o qual já me pareceu, num lance de olhos, muito interessante. Abraço.

Almir Escatambulo disse...

Ola pavão, tambem fui ver o tal filme e não achei nada de mais tambem. Para mim foi uma imitação mau feita da serie Matrix, sem o conteudo..

Abraços

Unknown disse...

Concordo. Tô cansado de toda essa patifaria de Computação Gráfica no cinema. Ficam todos embasbacados com um bando de pixels sem expressão, ou expressão menor do que a realidade, e dizendo: "Ficou perfeito." Acreditar que tais construções artísticas - não nego que exista arte - possam substituir atores reais é tão ingênuo quanto acreditar que cientistas possam produzir robôs com desenvoltura semelhantes ao homens e inteligência artificial superior a inteligêncial natural sem sua carga genética... Quem quer que tenha lançado um olhar fundo à trama intrincada da anatomia humana e percebido a profundidade de seu complexo psíquico, foge de tais bobagens. Assim como quem tem o mínimo de perspícácia artística percebe que qualquer ator com o mínimo de capacidade cênica é mais expressivo do que essas criações em computador. Luz, texturas, movimentos e tudo o mais ainda não podem mais do que nos convencer a pensar que estamos em um videogame gigante, um videogame que, pior, não podemos, durante longas horas, interagir.

Ainda bem que ainda temos filmes europeus.