06 dezembro 2018

Laranja mecânica e a liberdade

Fiz ontem uma palestra no CCH, no evento "I Semana Acadêmica de Filosofia (UEL)", promovido pelo CA de Filosofia, sob a competente liderança do Gabriel Chiarotti Sardi, junto com valorosos alunos do curso que compõem a diretoria do CA. A iniciativa merece todos os aplausos. Vocês não têm ideia do prazer que foi falar sobre o filme e o livro e discutir com o público. Uma coisa maravilhosa. 

Bem, o que tentei mostrar foi algo bem singelo. Imaginei o que Hume, Kant e Schopenhauer teriam a dizer sobre a película, mas me detive especialmente no que o bom e velho Aristóteles diria com sua Ética a Nicômaco debaixo do braço. Sobrou até um tempinho para dizer o que eu pensava sobre o filme e o livro.

Discuti o que considero o tema dominante do filme, coisa um tanto fácil de se reconhecer a se julgar apenas pelo significado do título: as relações entre liberdade, escolha, bondade e maldade morais. Destaquei também as diferenças cruciais entre a obra mui elogiada do rapaz Stanley Kubrick e a genial obra literária do formidável Mr. Anthony Burgess.

Ah, e é claro, eu não poderia ir lá dar o ar da minha graça sem levar comigo o meu inseparável companheiro, o bom humor. E então foi isso, Ó, irmãos (para lembrar e homenagear Burgess).

Aceitam um copo de "leite com faca dentro"? .... Hehehe... Que saudades do Lactobar Korova.... Ah...



(O texto em breve será publicado. O "em breve" na academia pode significar um ano ou dois anos).