Lembro-me de uma canção – aposto que você também se lembra - que diz
E as paredes da dúvida desmoronam, são arremessadas e rasgadas
Isso acontece quando uma criança nasce
[And the walls of doubt crumble, tossed and torn
This comes to pass when a child is born]
[And the walls of doubt crumble, tossed and torn
This comes to pass when a child is born]
Por toda a terra, amanhece uma nova manhã
Isso acontece quando uma criança nasce
[All across the land, dawns a brand new morn
This comes to pass when a child is born]
Isso acontece quando uma criança nasce
[All across the land, dawns a brand new morn
This comes to pass when a child is born]
Você se acalmou com ela, meu benzinho. Você parece ter gostado, e isso era o mais importante. Eu tentei acompanhar a música cantando para você. Ah, esses momentos, Alice, minha lindinha... Obrigado por esses momentos. Para o teu pai, não há um Deus para agradecer. Há, porém, um sentimento estranho de gratidão pela vida, pela beleza de poder contemplar teus olhinhos transitando do choro para a quietude, da placidez para a atenção. Olhinhos que, abruptamente, ficam alertas e transmitem um brilho, uma luz para meu ser, e fazem isso, seus olhinhos, apenas porque se deparam com as pequenas e notáveis novidades do mundo, novidades que você colhe tão bem a cada dia, minha caçulinha amada. Vamos ouvir de novo a música? Óhmm, que rostinho irresistível, deixa o pai te pegar no colo e te dar mais um beijo.
